Entenda o Câncer de Mama
Quando diagnosticado em estágios iniciais, o câncer de mama tem mais de 95% de chances de cura. Infelizmente, muitas mulheres ainda descobrem a doença em fases avançadas, o que reforça a importância do acompanhamento médico regular e da realização de exames preventivos.
+ 10%
Estão relacionados com fator hereditário ou mutações
+ 95%
Chances de cura diagnosticado em estágios iniciais.
Fatores de risco
Alguns fatores podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento do câncer de mama, como idade (incidência aumenta com a idade, principalmente após os 50 anos),, história familiar, uso de álcool, mamas densas, excesso de peso, sedentarismo, uso prolongado de reposição hormonal, além da presença de alterações genéticas como os genes BRCA1 e BRCA2. É importante lembrar que o câncer também pode surgir mesmo na ausência desses fatores.
+50 anos
Maior probabilidade de desenvolver câncer de mama
Fique atenta
a sinais como:
Nódulos
Alteração no formato ou tamanho da mama
Retração da pele ou do mamilo
Vermelhidão, dor ou inchaço
Secreção pelo mamilo
Quanto antes descoberto, maiores as chances de cura
Orientações para rastreamento
Mulheres até 40 anos
Somente se houver alto risco ou alterações nas mamas
De 40 a 69 anos
Mamografia anual
Acima de 70 anos
Rastreamento individualizado conforme orientação médica
A associação de ultrassonografia e/ou ressonância pode ser necessária em alguns casos.
Exames diagnósticos
Sistema de
Classificação BI-RADS
Principais tipos
de câncer de mama
Carcinoma ductal in situ
Estágio inicial, restrito as células dos ductos mamários (os canais que conduzem o leite dos lóbulos), não possui capacidade de gerar metástases pois está restrito ao local onde surgiu.
Carcinoma ductal invasivo
É o tipo mais comum de câncer de mama. Ele tem capacidade de crescer, invadir tecidos ao redor e, se não tratado, pode gerar metástase — quando as células cancerígenas se espalham da mama para outras partes do corpo, como ossos, fígado ou pulmões.
Carcinoma lobular invasivo
É um subtipo especial de câncer de mama que costuma ser mais difícil de identificar nos exames de imagem. Ele tem maior tendência a afetar ambas as mamas (bilateralidade) e os linfonodos axilares, que são estruturas localizadas nas axilas responsáveis por drenar líquidos e atuar na defesa do organismo.
Tipos especiais
Como carcinoma medular, tubular, mucinoso e papilífero, com características e prognósticos específicos
Subtipos moleculares e Imunohistoquímica
Definição do tratamento
Com base nos resultados, a equipe médica decide qual combinação de tratamentos será mais eficaz. A quimioterapia atua de forma sistêmica, eliminando células tumorais que possam ter se espalhado pelo corpo. A radioterapia é localizada, indicada para reduzir o risco de recidiva na região operada. Já a hormonioterapia é usada quando o tumor responde a hormônios, bloqueando sua ação no organismo.
A ordem desses tratamentos varia de acordo com o estágio da doença e o perfil do tumor. Em alguns casos, o tratamento começa pela cirurgia; em outros, os medicamentos vêm antes, para reduzir o tumor e facilitar a abordagem cirúrgica ou porque é mais urgente tratar sistemicamente a paciente para evitar surgimento de metástases..
O acompanhamento médico contínuo, exames regulares e informação de qualidade fazem toda a diferença para a saúde das suas mamas.