Perguntas que muitas pacientes também têm

O que é a mastologia?
A mastologia é a especialidade médica responsável pelo cuidado integral da saúde das mamas. O mastologista atua tanto na prevenção quanto no diagnóstico e tratamento de doenças benignas e malignas da mama.
Sempre que perceber alterações nas mamas, como nódulos, dor persistente, secreções, alterações na pele ou mamilo. Também é importante consultar mesmo sem sintomas, para prevenção e rastreamento.
São exames como a mamografia, ultrassom e, em alguns casos, ressonância. A mamografia é indicada a partir dos 40 anos, anualmente, ou antes em casos de alto risco. Seu mastologista orientará o melhor momento.
É uma classificação usada nos laudos de exames de imagem da mama (como a mamografia) para indicar o grau de suspeita de anormalidade. Vai de 0 a 6, sendo que quanto maior o número, maior a atenção necessária.
É indicado como exame complementar à mamografia, especialmente em mulheres com mamas densas ou abaixo dos 40 anos, ou quando há alguma alteração palpável.
A ressonância é utilizada em casos específicos, como alto risco familiar, investigação de próteses, ou em pacientes que precisam de uma avaliação mais detalhada do tecido mamário.
Indicado para mulheres com forte histórico familiar de câncer de mama e ovário, principalmente em idade jovem. O teste genético pode ajudar a entender o risco e definir condutas preventivas.
A mamografia pode causar certo desconforto, mas é suportável e rápido. A compressão é necessária para garantir a qualidade do exame e reduzir a dose de radiação.
Idade, histórico familiar, obesidade, sedentarismo, uso prolongado de hormônios, consumo de álcool e fatores genéticos. Mas muitas mulheres sem fatores de risco também desenvolvem a doença.

Inclui consultas regulares, exames periódicos, acompanhamento com equipe multidisciplinar e orientações sobre qualidade de vida, além do suporte emocional e físico durante todas as etapas.

A biópsia é indicada quando há uma alteração suspeita em exames de imagem ou ao exame físico. Ela confirma ou descarta a presença de câncer.
Sim, desde que avaliada por um mastologista. Em alguns casos, é possível unir segurança oncológica com melhora estética no mesmo procedimento.
O pós-operatório pode envolver dor leve a moderada, controlada com medicações. A maioria das pacientes tem recuperação tranquila com os cuidados adequados.
Sim. A anestesia é realizada por profissionais especializados e todo o procedimento é monitorado com segurança.
Incluem repouso, evitar esforço físico, cuidar da cicatriz e seguir as orientações da equipe. A fisioterapia pode auxiliar na recuperação dos movimentos e prevenir complicações.
Atividade física regular, alimentação saudável, amamentação, controle do peso e evitar álcool e tabagismo ajudam na prevenção.
Cada caso é único. Sempre que possível, buscamos preservar ou reconstruir a mama com atenção à estética, respeitando a segurança oncológica.
Sim, em muitos casos é possível realizar reconstrução ou simetrização já na mesma cirurgia oncológica.
Além do tratamento do câncer, a paciente pode se beneficiar de um resultado estético mais harmônico e confortável. Para casos onde será necessário radioterapia é importante que a paciente manifeste seu desejo de melhorar a aparência das mamas para que a cirurgia seja realizada idealmente antes da radioterapia junto a cirurgia oncológica. A radioterapia causa alterações permanentes na qualidade dos tecidos onde é aplicada podendo tornar o resultado estético posterior imprevisível.
A mastopexia reposiciona e modela as mamas caídas. A redução remove tecido mamário para aliviar desconfortos e reduzir volume, podendo ser associada à mastopexia.
Depende do tipo de cirurgia. As técnicas utilizadas buscam sempre resultados discretos e menores possíveis.. A cicatriz evolui com o tempo e pode ser tratada para melhor aparência.
Depende da extensão da cirurgia e do tipo de procedimento. Cirurgias conservadoras preservam mais a função mamária. Avaliação individual é essencial.
Sim, o histórico familiar pode aumentar o risco. Isso não significa que você terá a doença, mas indica a necessidade de rastreio mais rigoroso e realização de aconselhamento genético.
São pequenos depósitos de cálcio visíveis na mamografia. A maioria é benigna, mas alguns padrões podem indicar lesões suspeitas e exigir investigação. Forma comum de manifestação de carcinoma intraductal (in situ).
A biópsia é percutânea/ agulha grossa podendo ser guiada por outros exames como ultrassom e mamografia. Retira alguns fragmentos suficientes para realização de anatomopatológico e imunohistoquímica. A punção aspirativa por agulha fina é somente realizada para puncionar linfonodos, cistos ou outros líquidos acumulados. Não gera material suficiente para análise patológica necessária. É um procedimento simples, com anestesia local e rápida recuperação.
Pode ser com prótese, expansor ou tecido da própria paciente. A escolha depende do tipo de cirurgia e das características da paciente.